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dc.contributor.authorLopes, Sissi-
dc.date.accessioned2020-10-21T01:44:41Z-
dc.date.available2020-10-21T01:44:41Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/jspui/handle/123456789/93-
dc.description.abstractEste artigo tem por objetivo apresentar a proposta, características, tratamento e co morbidades da neoparapatologia Menoridade Intelectual (MI), assim denominada em virtude da aceitação passiva da conscin, sem análise crítica, de conhecimentos, informações ou opi niões de terceiros, apresentando restringimento da autonomia cognitiva e do progresso in telectual, com prejuízo maturológico, proexológico e autoevolutivo. A pesquisa demonstra que a dificuldade, até o momento, do reconhecimento da MI como um diagnóstico diferencial se deve ao fato de os principais sinais e sintomas, a credulidade e heteronomia cognitiva, serem considerados comportamentos normais (normose) para muitas pessoas. A metodologia da pesquisa está fundamentada na aplicação da autora das 4 fases do processo conscienciote rápico e pesquisa temática nos artefatos do saber da Conscienciologia, Filosofia, Educação, Psicologia e Psiquiatria. A conclusão aborda a eficácia e organização lógica do método de pesquisa utilizado e a importância dos autoesforços da conscin de seu desenvolvimento cognitivo e intelectual, independente de influência externa, com auto e heterocriticidade e permitindo- -se o benefício da dúvida (Descrenciologia), como fazem o livre-pensador e o pesquisador cons cienciológico teático.-
dc.description.abstractThis article aims to propose characteristics, treatment and diseases of the neoparapathology Intellectual Minority (IM), which takes this name because of one's passive acceptance of knowledge, information, or opinions from third parties, without critical analysis. Thus presenting restraints in one's cognitive autonomy and intellectual progress, which results maturological, proexological and self-evolutionary harm. The research demonstrates the difficulty, to date, of the identification of IM as a differential diagnosis, mainly due to the fact that the main signs and symptoms, gullibility and cognitive heteronomy, are considered normal behavior (normotic) for many people. The methodology of the research is based on the 4 phases of the conscientiotherapeutic process carried out by the author and a thematic search of Conscientiology, Philosophy, Education, Psychology and Psychiatry. The conclusion discusses the effectiveness and logical organization of the research method and the importance of self-effort in developing cognition and intellectuality, regardless of external influences, self and heterocriticism and allowing the benefit of the doubt (Principle of Disbelief), as does any free-thinker and conscientiological researcher who applies theorice.en_US
dc.description.abstractEste artículo objetiva proponer la neoparapatología Minoridad Intelectual (MI) así como sus características, tratamiento y comorbidades. Su denominación se debe a la aceptación pasiva de la conscin, sin análisis crítico de conocimientos, informaciones o opiniones de terceros, presentando restringimiento de la autonomía cognitiva y del progreso intelectual con el consiguiente perjuicio madurativo, proexológico y autoevolutivo. La investigación demues tra que la dificultad, hasta el momento, del reconocimiento de la MI como un diagnósti co diferencial, se debe al hecho de que sus principales signos y síntomas, la credulidad y la he teronomía cognitiva, sean considerados comportamientos normales (normosis) para muchas personas. La metodología de investigación se fundamenta en la aplicación por parte de la au tora de las 4 fases del proceso consciencioterapéutico y la investigación temática en los ar tefactos del saber de la Conscienciología, Filosofía, Educación, Psicología y Psiquiatría. La con clusión aborda la eficacia y la organización lógica del método de investigación utilizado de modo auto y heterocrítico conjuntamente con la importancia de los autoesfuerzos de la conscin sobre su desarrollo cognitivo e intelectual independientemente de la influencia externa, permitiéndose el beneficio de la duda (Descrenciología) como hacen el libre pensador y el investigador conscienciológico teático.es_ES
dc.description.sponsorshipRevista Científica de Consciencioterapeuticologia-
dc.language.isopt_BR-
dc.publisherOrganização Internacional de Consciencioterapia (OIC)-
dc.subjectmenoridade-
dc.subjectcredulidade-
dc.subjectautoconsciencioterapia-
dc.subjectcriticidade-
dc.subjectDescrenciologia-
dc.subjectautonomia cognitiva-
dc.subjectminorityen_US
dc.subjectcredulityen_US
dc.subjectself-conscientiotherapyen_US
dc.subjectcriticismen_US
dc.subjectPrinciple of Disbeliefen_US
dc.subjectcognitive autonomyen_US
dc.subjectminoridades_ES
dc.subjectcredulidades_ES
dc.subjectautoconsciencioterapiaes_ES
dc.subjectcriticidades_ES
dc.subjectDescrenciologíaes_ES
dc.subjectautonomía cognitivaes_ES
dc.titleMenoridade Intelectual (MI): Autodiagnóstico e Tratamentopt_BR
dc.titleMinoridad Intelectual (MI): Autodiagnóstico y Tratamientoen_US
dc.titleIntellectual Minority (IM): Self-diagnosis and Treatmentes_ES
dc.typeArticle-
Aparece nas coleções:Ano 4, N. 4, Setembro, 2015

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